Há um ano em processo de implantação na Santa Casa de Marília, DRG é uma importante ferramenta de gestão


Trabalho é voltado à avaliação da qualidade assistencial e focado no cuidado ao paciente

Há um ano em processo de implantação na Santa Casa de Misericórdia de Marília, o DRG (Diagnosis Related Groups, sigla em inglês do Grupo de Diagnósticos Relacionados) é uma importante ferramenta de gestão cujo objetivo é o cuidado centrado no paciente. 

O trabalho é voltado para a avaliação da qualidade assistencial e focado no cuidado ao paciente. Compreendem os quatro alvos do DRG: o uso eficiente do leito hospitalar, as reduções das condições adquiridas, da readmissão não programada e das internações sensíveis ao cuidado primário.

O DRG é um projeto que conta com o apoio da Fehosp (Federação das Santas Casas e Hospitais Beneficentes do Estado de São Paulo) em parceria com a Planisa e na Santa Casa de Marília é supervisionado pelas Diretorias Técnica e Administrativa.

Atividade é realizada por duas enfermeiras e supervisionada por uma médica. Através deste trabalho, as altas médicas passaram a ser 100% codificadas. “Estes dados são muito importantes para que as ações sejam tomadas com embasamento técnico e estatístico”, destacou a analista de informação em saúde, enfermeira Franciele Marine Dias Santorato.

Para ter ideia de sua importância, o DRG está presente em mais de 200 hospitais privados e filantrópicos, inclusive nas unidades hospitalares que atendem SUS (Sistema Único de Saúde), além de mais de 100 operadoras de saúde. Mais de 1,5 milhão de altas hospitalares já foram avaliadas por esta importante ferramenta, há 7 anos no mercado nacional.

“O prontuário é a nossa principal fonte. Por esta razão, solicitamos às equipes multiprofissionais que preencham o documento da maneira adequada e com a maior riqueza de detalhes para podermos abastecer o sistema e fazer a nossa avaliação de forma precisa. Tudo isso é importante para que as tomadas de decisão sejam assertivas”, comentou a também analista de informação em saúde, a enfermeira Patrícia Cristina Garcia Hermosilla. 

Posteriormente, será realizada a emissão de relatórios e a discussão com as equipes e especialidades médicas, bem como a integração do sistema através do módulo de custos hospitalares.







Fonte: Assessoria de Imprensa da Santa Casa
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