Inserida no Programa de Segurança do Paciente, UTI Geral da Santa Casa de Marília realiza 1.258 internações em um ano


A unidade conta com médicos qualificados e equipe multiprofissional 

Inserida no Programa de Segurança do Paciente do Ministério da Saúde, a UTI (Unidade de Terapia Intensiva) Geral da Santa Casa de Misericórdia de Marília realizou 1.258 internações em um ano. A unidade conta com médicos qualificados e equipe multiprofissional (enfermagem, fisioterapia motora e respiratória, fonoaudiologia, nutrição, psicologia e farmacologia).

São 19 leitos de terapia intensiva, divididos nas unidades A e B. Das 631 internações na UTI A, em 2017, 69% foram referentes a cirurgias, 30% de pacientes clínicos provenientes do PS (Pronto Saúde) ou das Enfermarias e 1% de pacientes com queimaduras. Já em relação às 627 internações na UTI B, 45% foram de pacientes clínicos, 52% de cirurgias e 3% de pacientes com traumas ou queimaduras.

O coordenador da UTI Geral da Santa Casa, Hugo Victor Coca Jimenez Carrasco, enfatizou que a unidade dispõe de estrutura física adequada e equipamentos de última geração, como é o caso dos ventiladores microprocessados. “Recentemente recebemos uma paciente da Suíça e fomos informados que os aparelhos utilizados no nosso hospital são os mesmos utilizados naquele País. Oferecemos todas as condições para garantir um atendimento de qualidade e uma boa recuperação do paciente”.

Uma das novidades da UTI Geral da Santa Casa é a visita multidisciplinar, iniciada há três meses. “Um médico coordenador, enfermeira, fisioterapeuta, fonoaudióloga, nutricionista e psicóloga fazem uma visita conjunta à beira do leito, facilitada com um check-list, que agiliza a dinâmica da avaliação do paciente. Este trabalho proporciona, além do levantamento de dados, uma visão global e mais detalhada da pessoa que recebe o atendimento em nossa unidade”, disse Hugo Carrasco, que há 30 anos comanda a unidade.

A UTI Geral estendeu os horários de visita, seguindo a recomendação do Ministério da Saúde. “A ideia é que os familiares fiquem mais tempo na unidade, se possível, o dia todo. Isso garante uma recuperação mais rápida do paciente em boa parte dos casos e parte do conceito de humanização da Medicina Tradicional”, destacou o médico. “O paciente e a família participam ativamente, gerando opiniões que podem influenciar na tomada de decisões. A participação de toda a equipe de saúde é muito importante. Eles precisam ver o resultado da sua participação nos sucessos e também nas falhas que devem ser solucionadas. Nos atuais programas de qualidade em Medicina, a inclusão da felicidade no ambiente de trabalho passa a ter uma vital importância, diminuindo o estresse que o ambiente proporciona e reduzindo também as suas consequências como a síndrome de sobrecarga de trabalho, conhecida como Síndrome de Burnout (distúrbio psíquico de caráter depressivo, precedido de esgotamento físico e mental)”, completou.

Hugo Carrasco fez questão de enfatizar a importância da adesão da Santa Casa ao Programa de Segurança do Paciente do Ministério da Saúde, segundo ele próprio, muito bem elaborado pelo Instituto de Melhorias de Saúde dos Estados Unidos (Institute for Healthcare Improvement). “Contamos com o suporte do Hcor (Hospital do Coração) de São Paulo, instituição para a qual destinamos relatórios mensais. Em seis meses de adesão ao programa, já constatamos uma evolução nos indicadores de segurança dos pacientes e em dois anos esperamos melhorar muito. Isso se traduz em milhares de vidas salvas e uma economia muito significativa para as instituições”, mencionou. “Este trabalho desenvolvido na UTI Geral da Santa Casa de Marília com equipe capacitada, adesão a programas importantes do Ministério da Saúde, estrutura adequada e equipamentos modernos que proporcionam ao paciente um atendimento mais humanizado, menor tempo de permanência, e melhora da sobrevida”, concluiu ele. 






Fonte: Assessoria de Imprensa da Santa Casa
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