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Rubens Barros defende tese sobre qualidade de vida e marca-passo

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O cirurgião cardíaco Rubens Tofano de Barros, membro da equipe da Santa Casa de Marília, defendeu nesta sexta-feira (25), em Botucatu, uma tese de doutorado sobre a qualidade de vida de pacientes que utilizam marca-passo. A pesquisa desenvolvida durante quatro anos envolveu mais de 100 cardiopatas que tiveram o equipamento implantado no cento de cardiologia. Entre as constatações estão o aumento da faixa etária, melhora das condições de vida e ressocialização do paciente.

O estudo foi apresentado à Faculdade de Medicina da Unesp (Universidade Estadual Paulista) e garantiu ao cirurgião o título de doutor. Barros é considerado uma das maiores autoridades em marca-passo do estado, estuda o tema desde 1985 e trabalha há 36 anos na implantação do equipamento que revolucionou a cardiologia.

Ele conta que no início o procedimento era considerado uma intervenção radical, que mudava completamente a vida do paciente. A aposentadoria era praticamente compulsória, depois de um implante de marca-passo. “Havia também um problema social, porque a cirurgia dava uma sobrevida, mas tirava o cidadão do trabalho, comprometia a socialização”, conta o médico.

As patologias que levavam ao implante de marca-passo também mudaram ao longo do tempo. A chamada “doença de Chagas” era a principal causa, mas atualmente só responde por 12% dos casos. Hoje predominam as doenças degenerativas, características do envelhecimento das células, o que o pesquisador associa com o aumento da expectativa de vida da população.

Mesmo mais idoso, o “novo usuário” de marca-passo tem mais qualidade de vida, diz Barros. Os avanços tanto nas técnicas quanto nos próprios equipamentos permitiram casos antes inimagináveis, em que o equipamento é trocado até quatro vezes (média de 8 anos de duração cada). 

O uso do estimulador de pulsos elétricos também deixou de ser sinônimo de aposentadoria. “Uma das primeiras coisas que os pacientes me perguntam é: doutor, eu posso dançar?”, conta o cardiologista. “A resposta é sim, claro, pode dançar e fazer muita coisa que antes não fazia. Após a implantação, muitos se revitalizam socialmente, porque sentem-se renovados, e com nova oportunidade de viver”, analisa o doutor.

A pesquisa de Tofano foi orientada pelo doutor Marcos Augusto de Moraes Silva, da Unesp de Botucatu, com co-orientação da doutora Juliana Bassalobre Carvalho Borges, de Marília. O estudo será publicado na Revista Brasileira de Cirurgia Cardiovascular e está sob análise dos Arquivos Brasileiros de Cardiologia. Além disso, será apoio para o pós-doutorado da médica Juliana Bassalobre.

Santa Casa – O hospital é referência da rede pública para Marília e mais 61 municípios (abrangência da Direção Regional de Saúde – DRS/VIII) na área cardiológica. O número de marca-passos implantados na instituição filantrópica aumenta a cada ano. Em 2011 cerca de 200 pacientes passaram pelo procedimento, no ano passado foram mais de 260 cirurgias. Além do atendimento pelo SUS (Serviço Único de Saúde), a unidade também recebe pacientes particulares e de convênios de outras regiões do estado de São Paulo, por ser um centro de excelência em cardiologia.


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