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Santa Casa de Marília recebe reunião regional da Fehosp

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Mais de 60 representantes de instituições filantrópicas da região de Marília participaram do encontro; presidente da Federação destacou preocupação com os atrasos nos repasses dos órgãos da administração pública

Cerca de 70 representantes de instituições de saúde participaram na manhã desta quinta-feira, 13, na Santa Casa de Misericórdia de Marília, da reunião regional da Fehosp (Federação das Santas Casas e Hospitais Filantrópicos do Estado de São Paulo). O encontro trouxe a Marília o presidente da entidade, Edson Rogatti, e a gerente técnica, Maria de Fátima da Conceição. Para os administradores hospitalares da região, uma oportunidade para esclarecer dúvidas sobre os canais visando obtenção de recursos para a saúde pública, além da troca de experiências entre as instituições.

A pauta do encontro abordou o programa estadual SUStentáveis, Lei da Filantropia e os programas federais IAC (Incentivo de Adesão à Contratualização) e o ProSUS (Programa de Fortalecimento das Entidades Privadas Filantrópicas e das Entidades sem Fins Lucrativos que atuam na Área da Saúde e que participam de Forma Complementar do Sistema Único de Saúde).  Tratou ainda dos cursos de Capacitação e Pós-Graduação em Administração Hospitalar, desenvolvidos pela Federação e parceiros, e do Congresso de Presidentes, Provedores, Diretores e Administradores Hospitalares de Santas Casas e Hospitais Beneficentes do Estado de São Paulo, que será realizado de 06 à 09 de maio, no Guarujá

O presidente da Fehosp, que também tem atuado na esfera federal pela valorização dos filantrópicos, demostrou preocupação com a falta de pontualidade nos repasses do governo federal, dos governos estaduais e de prefeitos, incluindo vários municípios do Estado de São Paulo. “Fico muito aborrecido quando ouço que o problema da saúde no país é a gestão. Não é a gestão, é o financiamento. Hoje, quase todos os hospitais associados sofrem com o atraso de algum ente da federação. É uma afronta a legislação, porque estão retendo dinheiro por um serviço que já foi prestado. Como vamos pagar os médicos, os funcionários e os fornecedores?”, questionou Rogatti.

Além de abordar a atual política de financiamento, considerada prejudicial ao setor, o encontro também foi oportuno para levar informação aos gestores sobre os procedimentos necessários para obtenção de recursos, como as emendas parlamentares e os diversos programas. Por falta de conhecimento da legislação e das exigências do Ministério da Saúde e outros órgãos, gestores hospitalares podem deixar de receber repasses. 

A gerente técnica da Fehosp detalhou as mudanças na legislação e os complementos nos programas públicos, medida adotada pelo governo federal após a mobilização de 2013, que reivindicou mais atenção ao setor. “Se não houver muita atenção a esta questão técnica, ao fornecimento de informações ao CNES (Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde) há prejuízo nos repasses”, disse Fátima.

O provedor da Santa Casa de Marília e coordenador regional da Fehosp, Milton Tédde, colocou o hospital mariliense e a equipe à disposição das demais entidades da região. “Temos que trabalhar juntos, porque nem todos têm condições de contratar profissionais que conhecem todos os caminhos 


para se chegar ao equilíbrio que a Santa Casa de Marília chegou. A administração hospitalar é muito complexa, um desafio para todos”, disse o provedor.

Tédde agradeceu aos dirigentes que participaram do encontro e lembrou a relevância de Marília, no atual mapa da Fehosp. A entidade, segundo ele, tem voltado a atenção para a região, preocupada em melhor atender as bases. 

“Queremos ajudar os administradores dos hospitais filantrópicos de menor porte, dando informação, treinamento, compartilhando ferramentas, enfim. Precisamos trabalhar juntos para gerar melhores resultados para a população,” destacou o provedor da Santa Casa de Marília e coordenador regional da Fehosp.


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