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Santa Casa de Marília promove ações de prevenção e combate ao câncer de próstata no Novembro Azul

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A Santa Casa de Misericórdia de Marília promove ações de prevenção e combate ao câncer de próstata na campanha nacional Novembro Azul. O hospital mariliense realiza o “Pedágio de Promoção da Saúde do Homem” e palestras para conscientizar os homens sobre a importância de fazer o exame para a detecção precoce e consequentemente aumentar as chances de cura da doença.

Antes de cada palestra, a partir das 6h15 dos dias 6 e 7 de novembro, vão estar acontecendo os “Pedágios de Promoção da Saúde do Homem”, com a distribuição de fitinhas azuis e balas com cartões de conscientização do Novembro Azul.

O médico urologista André Guzzardi vai focar o tema “Câncer de Próstata” no dia 6 (quarta-feira), às 9h e às 10h do mesmo dia acontece palestra com a temática “Câncer e Nutrição”, sob a coordenação dos nutricionistas Daniel Coracini e Vanessa dos Reis. 

No dia 7 (quinta-feira), a partir das 10h, “Câncer de Próstata e Saúde do Homem” serão abordados pelo médico urologista Fábio Hissachi Tsuji. Ambas as explanações acontecem no salão de reuniões da Santa Casa de Marília.

O câncer de próstata

De acordo com informações do Inca (Instituto Nacional do Câncer), do Ministério da Saúde, o câncer de próstata é o segundo mais comum entre os homens (atrás apenas do câncer de pele não-melanoma) no Brasil. Em valores absolutos e considerando ambos os sexos, é o segundo tipo mais comum. A taxa de incidência é maior nos países desenvolvidos em comparação aos países em desenvolvimento.

A próstata é uma glândula que só o homem possui e que se localiza na parte baixa do abdômen. É um órgão pequeno, tem a forma de maçã e se situa logo abaixo da bexiga e à frente do reto (parte final do intestino grosso). A próstata envolve a porção inicial da uretra, tubo pelo qual a urina armazenada na bexiga é eliminada. A próstata produz parte do sêmen, líquido espesso que contém os espermatozoides, liberado durante o ato sexual.

Mais do que qualquer outro tipo, é considerado um câncer da terceira idade, já que cerca de 75% dos casos no mundo ocorrem a partir dos 65 anos. O aumento observado nas taxas de incidência no Brasil pode ser parcialmente justificado pela evolução dos métodos diagnósticos (exames), pela melhoria na qualidade dos sistemas de informação do país e pelo aumento na expectativa de vida.

Alguns desses tumores podem crescer de forma rápida, espalhando-se para outros órgãos e podendo levar à morte. A maioria, porém, cresce de forma tão lenta (leva cerca de 15 anos para atingir 1 cm³) que não chega a dar sinais durante a vida e nem a ameaçar a saúde do homem.

As estimativas do Inca apontam 68.220 novos casos em 2018. Esses valores correspondem a um risco estimado de 66,12 casos novos a cada 100 mil homens, além de ser a segunda causa de morte por câncer em homens no Brasil, com mais de 14 mil óbitos. Na presença de sinais e sintomas, recomenda-se a realização de exames.

Para doença localizada (que só atingiu a próstata e não se espalhou para outros órgãos), cirurgia, radioterapia e até mesmo observação vigilante (em algumas situações especiais) podem ser oferecidos. Para doença localmente avançada, radioterapia ou cirurgia em combinação com tratamento hormonal têm sido utilizados. Para doença metastática (quando o tumor já se espalhou para outras partes do corpo), o tratamento mais indicado é a terapia hormonal.

A escolha do tratamento mais adequado deve ser individualizada e definida após médico e paciente discutirem os riscos e benefícios de cada um.






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